{"id":482,"date":"2022-05-26T11:35:37","date_gmt":"2022-05-26T11:35:37","guid":{"rendered":"https:\/\/aepm.com.br\/?p=482"},"modified":"2022-08-21T23:14:20","modified_gmt":"2022-08-21T23:14:20","slug":"trabalho-com-o-livro-de-pitagoras-a-lacan","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/aepm.com.br\/index.php\/2022\/05\/26\/trabalho-com-o-livro-de-pitagoras-a-lacan\/","title":{"rendered":"Trabalho com o livro \u201cDe Pit\u00e1goras a Lacan\u201d"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">Uma frase no livro <em>De Pit\u00e1goras a Lacan<\/em><a href=\"#_ftn1\" name=\"_ftnref1\">[1]<\/a> fisgou-me, n\u00e3o por sua dificuldade te\u00f3rica, mas por me parecer curiosamente enigm\u00e1tica, <em>\u201co infinito n\u00e3o \u00e9 t\u00e3o distante quanto possa parecer, o infinito est\u00e1 entre n\u00f3s (&#8230;) quando ele n\u00e3o est\u00e1 em n\u00f3s&#8230;\u201d<\/em> (p.37). Creio, agora, que \u00e9 um bom modo de ser fisgado. Pois para se aproximar do que seria esse infinito em n\u00f3s, \u00e9 preciso ter muito viva a fun\u00e7\u00e3o do significante, n\u00e3o porque um se remete sempre a outro, ou porque se trata de S1, S2, S3&#8230; Sn. Esse \u201cinfinito em n\u00f3s\u201d \u00e9 a pr\u00f3pria opera\u00e7\u00e3o do significante, \u00e9 o significante em sua radicalidade. Ou seja, n\u00e3o s\u00f3 se trata de um tro\u00e7o que n\u00e3o \u00e9 id\u00eantico a si mesmo, \u00e9 tipo um inv\u00f3lucro, mas oco, pois n\u00e3o tem significado, mais ou menos como se ele s\u00f3 marcasse um passo, um lugar. E como se n\u00e3o bastasse, h\u00e1 um significante que, diferente dos demais, n\u00e3o se dirige a nenhum outro significante, que \u00e9, podemos dizer, a pr\u00f3pria fun\u00e7\u00e3o do significante, o falo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Quando tomamos o infinito como aquele dos n\u00fameros inteiros, fazemos parecido com uma crian\u00e7a pequena, que mais ou menos no per\u00edodo em que se depara com a finitude do homem, e dela mesma, exibe sua capacidade, sua pot\u00eancia de j\u00e1 poder contar at\u00e9 20, at\u00e9 50, at\u00e9 100\u2026 No caso da filosofia, al\u00e9m do infinito potencial, infinito de alguma coisa em pot\u00eancia mas jamais realizada, o infinito dos <em>\u201camanh\u00e3s encantadores\u201d<\/em>, al\u00e9m desse encontr\u00e1vamos um infinito em ato, uma esp\u00e9cie de todo que estaria colocado, um infinito reservado a Deus, \u00fanica possibilidade, inimagin\u00e1vel, de ter acesso <em>\u201ca tudo ao mesmo tempo\u201d<\/em>. O livro de Virginia Hasenbalg me fez pensar que quando Cantor dessacraliza esse infinito, o que ele faz \u00e9 revelar que Deus \u00e9 um significante, como nos disse Lacan.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Cantor concebe <em>\u201co infinito em ato no atual de uma presen\u00e7a\u201d<\/em> (p.28), sendo essa presen\u00e7a uma letra, o <em>Aleph<\/em>. Como se pergunt\u00e1ssemos: quantos n\u00fameros tem na s\u00e9rie infinita dos n\u00fameros naturais? Que cifra mediria essa dimens\u00e3o? Qual o tamanho desse infinito? Nas palavras da autora, como colocar um limite no que est\u00e1 inacabado? Ent\u00e3o, para a pergunta \u201cquantos s\u00e3o?\u201d, a resposta: <em>Aleph<\/em>. Cantor chega a\u00ed por uma opera\u00e7\u00e3o de escrita, depois dos tr\u00eas pontinhos de retic\u00eancia, indicando o infinito potencial dos n\u00fameros naturais, ou seja, quando sempre tem mais um a ser inclu\u00eddo, ao mesmo tempo em que acredito um dia fechar a conta. Bom, depois das retic\u00eancias Cantor escreve um par\u00eantese e nomeia \u201ctodo\u201d esse infinito de <em>Aleph<\/em>. Ele inscreve essa quantidade infinita em ato. O <em>Aleph<\/em> \u00e9 o infinito atual, que n\u00e3o exclui o infinito potencial, mas escreve um limite a este. O que mostra a complexidade dessa escrita \u00e9 que ela \u00e9 um salto, como observa Virginia Hasenbalg, passar do infinito dos n\u00fameros naturais para o infinito em ato \u00e9 um salto, <em>\u201csalto como fronteira entre dois lugares definidos pela alteridade de um em rela\u00e7\u00e3o ao outro\u201d<\/em> (p.81). E se isso pode nos fazer lembrar esse S1 que se dirige a um S2, penso que diz respeito ao que \u00e9 a fun\u00e7\u00e3o do significante, a topologia do significante, pois se aproximamos o <em>Aleph<\/em> do falo, \u00e9 para nos darmos conta de que a coloca\u00e7\u00e3o desse falo, a coloca\u00e7\u00e3o dessa fun\u00e7\u00e3o, \u00e9 da ordem de uma escrita, porque n\u00e3o se passa por nenhum deslizamento, por nenhuma ponte, por nenhuma<em> ratio<\/em>, nenhuma opera\u00e7\u00e3o racional de um ao outro, ou mesmo por uma retirada, uma extra\u00e7\u00e3o do todo, enfim, n\u00e3o se passa da s\u00e9rie dos significantes a esse significante falo a n\u00e3o ser por esse salto, por uma escrita.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E se o <em>Aleph<\/em> \u201cmede\u201d o tamanho do infinito dos n\u00fameros naturais, se ele \u00e9 um cardinal que vem nomear, se \u00e9 uma letra e um n\u00famero, afinal concluo: n\u00e3o sei mais nem o que \u00e9 um n\u00famero! N\u00e3o era para ser algo com que justamente eu conto as coisas, me\u00e7o as quantidades, e com ele conto com as coisas? E nem precisamos esperar pelo <em>Aleph<\/em> de Cantor para saber que existem filhos ileg\u00edtimos na fam\u00edlia dos n\u00fameros. Na verdade, est\u00e3o mais para aberra\u00e7\u00f5es, at\u00e9 Cantor formalizar um lugar para esses n\u00fameros extravagantes, como os chama Lacan, <em>\u201calguma coisa que sai do campo do Um\u201d<\/em>. Cantor o faz de novo pela escrita, pois esses n\u00fameros que n\u00e3o servem para contar s\u00f3 podem definitivamente existir quando Cantor lhes d\u00e1 um lugar, e s\u00f3 pode lhes dar esse lugar por meio de uma letra, esses n\u00fameros s\u00e3o letras. Letras como inv\u00f3lucros que designam a presen\u00e7a de algo diferente de um n\u00famero racional, natural.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Lembrei-me muito de uma coisa dita por Alayde Martins uns meses atr\u00e1s na AEPM: Freud nunca deixava passar um n\u00famero. Na hora me lembrei de alguns exemplos, o homem dos lobos, o cara que viaja no trem ao seu lado e diz aleatoriamente um n\u00famero, alguns exemplos de <em>A Interpreta\u00e7\u00e3o dos sonhos<\/em>, mas mesmo assim a coloca\u00e7\u00e3o me pareceu curiosa. N\u00e3o seria apenas a t\u00edtulo de exemplo que Freud rastreava um n\u00famero para mostrar como o inconsciente determinava nossa consci\u00eancia, nossa vida, ou para, em um ou outro caso cl\u00ednico, chegar a algum conte\u00fado inconsciente? Creio que n\u00e3o. Freud n\u00e3o deixava passar um n\u00famero porque n\u00e3o deixava passar um significante!<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O n\u00famero irracional \u00e9 inacess\u00edvel porque \u00e9 infinito em sua escrita, nunca se consegue escrev\u00ea-lo, s\u00e3o decimais infinitos e imprevis\u00edveis. A s\u00e9rie de Fibonacci nos mostra que \u00e9 com os n\u00fameros racionais que delineamos, no infinito, um ponto, um n\u00famero que, apesar da s\u00e9rie irremediavelmente convergir para ele, nunca o alcan\u00e7a, e que faz um corte. Ele \u00e9 o pr\u00f3prio corte nesses n\u00fameros racionais, os que ficam \u00e0 esquerda, que o precedem, e os que ficam \u00e0 direita, que o seguem. Por isso, como Virginia Hasenbalg coloca, um irracional define uma fronteira, um limite que separa dois mundos, que \u00e9 um fosso absolutamente intranspon\u00edvel. Com esse irracional fazemos aproxima\u00e7\u00e3o com o objeto <em>a<\/em>. Mas esse corte, esse fosso intranspon\u00edvel separando dois mundos me faz lembrar de S1-S2, posto que um jamais encontra o outro. Ali\u00e1s, por que achamos que eles teriam que se encontrar? De onde tiramos essa ideia? Eles n\u00e3o se encontram, eles convergem ao infinito, mas n\u00e3o qualquer infinito, creio que eles convergem em ato, no atual de uma presen\u00e7a, eles s\u00e3o subsumidos numa escrita, por uma fun\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Assim, os n\u00fameros racionais colocam um irracional que eles pr\u00f3prios n\u00e3o absorvem, n\u00e3o incluem, n\u00e3o tem lugar para o irracional nos racionais. Para mim, \u00e9 esse furo, esse irracional, que estrutura essa borda, que estrutura esse <em>\u201cdelineamento dos n\u00fameros racionais\u201d<\/em>. \u00c9 como me aproximo de algumas passagens do livro: <em>\u201ca s\u00e9rie infinita que limita um irracional equivale ao pr\u00f3prio irracional\u201d<\/em> (p.49), ou <em>\u201cqualquer considera\u00e7\u00e3o psicanal\u00edtica do significante exige a admiss\u00e3o de um furo fundador\u201d<\/em> (p.62).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em ambos, Fibonacci e Cantor, h\u00e1 uma sucess\u00e3o de n\u00fameros orientada de tal maneira que aponta para algo de inacess\u00edvel. Mas desde que seja orientada. E a\u00ed o <em>Aleph<\/em> de Cantor permite abordar melhor. Os significantes rodeiam um furo, estando ordenados por uma fun\u00e7\u00e3o. N\u00e3o se trata de um aglomerado de significantes, de uma pluralidade, de estarem todos l\u00e1 ou n\u00e3o, mas de estarem encadeados, cadeia dos significantes, e, obviamente, o que \u00e9 esse encadeamento.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O infinito atual, o <em>Aleph<\/em>, define um limite e um al\u00e9m do limite, mas, conforme entendi, \u00e9 preciso n\u00e3o tomar isso na l\u00f3gica do infinito potencial, em que um al\u00e9m \u00e9 o que ultrapassou o limite, extrapolou, ficou de fora, de fora do jogo, dentro <em>versus<\/em> fora.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Sabemos que o que se tentou jogar fora volta, batendo na cara. Se o <em>a<\/em> \u00e9 resto da opera\u00e7\u00e3o do significante, esse irracional imposs\u00edvel de ter lugar na s\u00e9rie, ele \u00e9 uma exig\u00eancia necess\u00e1ria quando se admite o significante. Virginia Hasenbalg escreve que a met\u00e1fora n\u00e3o esgota o que acontece na ordem do significante. Assim, me parece que o para-al\u00e9m est\u00e1 na pr\u00f3pria l\u00f3gica engendrada, \u00e9 talvez a pr\u00f3pria l\u00f3gica, assim como o infinito est\u00e1 em n\u00f3s. Por isso n\u00e3o se trata tanto de ter detectado um ponto de limite, algo al\u00e9m que n\u00e3o entra na l\u00f3gica dos racionais, mas de colocar como princ\u00edpio l\u00f3gico esse al\u00e9m, esse imposs\u00edvel, <em>\u201ca emerg\u00eancia desse imposs\u00edvel como fato de estrutura\u201d<\/em> (p.65). Creio que isso \u00e9 a opera\u00e7\u00e3o do significante. \u00c9 o que ele opera.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Lacan fala do momento de matematiza\u00e7\u00e3o do real, em que se decidiu partir categoricamente do imposs\u00edvel. Creio que se trata do imposs\u00edvel como categoricamente colocado no ponto de partida, n\u00e3o como conceito. \u00c9 quando se abre na matem\u00e1tica um lugar para a escrita e a hip\u00f3tese que Cantor deixara, mas acho que um lugar um pouco diferente, j\u00e1 que passa pelo termo do indecid\u00edvel forjado por G\u00f6del e Cohen no s\u00e9culo XX. O significante, pontua Lacan, n\u00e3o \u00e9 a medida, \u00e9 algo que introduz o fora de medida, que alguns chamam de infinito atual.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Esse para al\u00e9m colocado pelo infinito atual \u00e9 um para al\u00e9m absoluto, um al\u00e9m que subsome o \u201ctodo\u201d. \u00c9 para fazer resson\u00e2ncia em nossos ouvidos com o desejo como condi\u00e7\u00e3o absoluta: <em>\u201ca dimens\u00e3o do absoluto pr\u00f3pria ao desejo apoia-se na no\u00e7\u00e3o de infinito atual\u201d<\/em> (p.80). No grupo discutimos o que seria esse absoluto. Algo, ent\u00e3o, que p\u00f5e em movimento uma outra coisa e que n\u00e3o depende de nada, n\u00e3o \u00e9 engendrado por nada? Faz-me lembrar do Motor im\u00f3vel, o 1\u00ba motor de Arist\u00f3teles. Creio que n\u00e3o seja por a\u00ed. E o trabalho com esse livro me permite abordar de outro modo. Essa condi\u00e7\u00e3o absoluta, na psican\u00e1lise, tem a ver com esse infinito atual, portanto com o que \u00e9 <em>\u201csem medida e sem propor\u00e7\u00e3o\u201d<\/em>, observa Virginia Hasenbalg (p.89). Ent\u00e3o n\u00e3o se trata da <em>ratio<\/em>. Tem a ver com essa escrita, essa opera\u00e7\u00e3o do significante, a coloca\u00e7\u00e3o desses par\u00eanteses, no atual de uma presen\u00e7a, e ao mesmo tempo, ou <em>a posteriori<\/em>, a coloca\u00e7\u00e3o desse irracional como eixo, esse imposs\u00edvel emergindo como fato de estrutura. \u00c9 o desejo como condi\u00e7\u00e3o absoluta, de um sujeito, de uma an\u00e1lise, da forma\u00e7\u00e3o de um analista. A coloca\u00e7\u00e3o entre par\u00eanteses dessa demanda de amor, demanda de reconhecimento infinita, o falo atualiza o infinito. Virginia Hasenbalg traz que \u00e9 a condi\u00e7\u00e3o absoluta do desejo que permite p\u00f4r um ponto final no circuito infernal de demanda \u00e0 m\u00e3e. E que se n\u00e3o h\u00e1 palavras para expressar o desejo, contudo ele \u00e9 suportado por um significante de exce\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Assim, o analisante deve operar essa <em>\u201cpassagem at\u00e9 o limite\u201d<\/em>, um para al\u00e9m da demanda pr\u00f3prio do desejo. Em outras palavras, como disse o senhor na loja de n\u00fameros, numa conversa em que \u00e9 questionado sobre algo que pudesse representar as mulheres, os analistas ou homens que amam as mulheres, ele diz: <em>\u201csenhora, ai de mim! O infinito n\u00e3o \u00e9 t\u00e3o distante quanto possa parecer, o infinito est\u00e1 entre n\u00f3s, me diz ele, e acrescenta murmurando, quando n\u00e3o est\u00e1 em n\u00f3s&#8230;\u201d <\/em>(p.37).<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>*Texto apresentado na Jornada do Trabalho de Leitura \u201cDe Pit\u00e1goras a Lacan, uma hist\u00f3ria n\u00e3o oficial da Matem\u00e1tica\u201d. A jornada ocorreu em agosto de 2020 e contou com a participa\u00e7\u00e3o da psicanalista Virginia Hasenbalg-Corabianu.<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref1\" name=\"_ftn1\">[1]<\/a> <em>De Pit\u00e1goras a Lacan, uma hist\u00f3ria n\u00e3o oficial da Matem\u00e1tica para o uso dos psicanalistas<\/em>, de autoria de Virginia Hasenbalg-Corabianu. O livro foi traduzido para circula\u00e7\u00e3o interna na AEPM e uso no dispositivo de leitura, coordenado por Livia Rocha e Mar\u00eda Victoria Borges D\u00edaz. Tradu\u00e7\u00e3o: Periandro Ramos Barreto, Mar\u00eda Victoria Borges D\u00edaz, Maria S\u00edlvia Antunes Furtado e Maria Virginia Moreira Guilhon. T\u00edtulo original: Hasenbalg-Corabianu, Virginia<em>.\u00a0De Pythagore \u00e0 Lacan, une histoire non officielle des math\u00e9matiques \u00e0 l\u2019usage des psychanalystes<\/em>.\u00a0\u00c9ditions \u00e9r\u00e8s, 2016.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Uma frase no livro De Pit\u00e1goras a Lacan[1] fisgou-me, n\u00e3o por sua dificuldade te\u00f3rica, mas por me parecer curiosamente enigm\u00e1tica, \u201co infinito n\u00e3o \u00e9 t\u00e3o distante quanto possa parecer, o infinito est\u00e1 entre n\u00f3s (&#8230;) quando ele n\u00e3o est\u00e1 em n\u00f3s&#8230;\u201d (p.37). Creio, agora, que \u00e9 um bom modo de ser fisgado. 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